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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

ZERO - Por Onde Anda?



Zero é uma banda de rock brasileiro fundada em 1983 em São Paulo. Apesar de fazer parte da cena do rock nacional, o genêro musical da fase mais popular da banda pode ser melhor classificado como new romantic, embora a sonoridade inicial tivesse mais identidade com o rock pós-punk. A banda alcançou sucesso comercial na segunda metade dos anos 1980 e separaram-se no auge em 1989. Depois de dez anos a banda retomou suas atividades em1999. Entre seus maiores sucessos estão "Agora Eu Sei", "Formosa", "Quimeras" e "A Luta e o Prazer".

1ª Formação
A banda Zero surgiu em 1983, quando o designer, cantor e compositor Guilherme Isnard (ex-Voluntários da Pátria) uniu-se aos arquitetos Beto Birger (baixo), Claudio Souza (bateria), Gilles Eduar (sax), Fabio Golfetti e Nelson Coelho (guitarras). Essa formação durou dois anos e rendeu, além de um compacto pela CBS (“Heróis” e “100% Paixão”), uma participação no Lp Remota Batucada da cantora May East (na música “Caim e Abel”) e na coletânea Os Intocáveis da Deck Discos.

2ª Formação
Em 1985 Guilherme reestrutura a banda com Eduardo Amarante (ex-Agentss e Azul 29) na guitarra, Ricky Villas-Boas (ex-Joe Euthanázia) no baixo, Freddy Haiat (ex-Degradée) nos teclados e Athos Costa (ex. Tan-Tan Club) na bateria. Ainda em 1985 lançam pela EMI-Odeon oEP Passos no Escuro, que estourou as músicas “Agora eu Sei" e "Formosa" nas rádios de todo o Brasil e proporcionou ao grupo um disco de ouro com mais de 200 mil cópias vendidas.

Em 1987, é a vez de Carne Humana com os hits "Quimeras" e "A Luta e o Prazer" e mudança na formação: saiu Athos e entrou Malcolm Oakley (ex-Azul 29 e Voga) na bateria. Nessa fase, abriram os shows da cantora Tina Turner, no estádio do Pacaembu (SP) e no Maracanã(RJ).

Separação
Em março e abril de 1989 surpreendentemente o ZERO encerra as atividades com shows no Dama Xoc (SP) e no Circo Voador (RJ). O grupo ainda fez algumas apresentações pelo interior do país até 1992 para se despedir dos fãs.

Posteriormente, o líder Guilherme Isnard montou uma banda cover em homenagem a Brian Ferry (Roxy Music), cantou standards da música americana dos anos 1950 e 60, dividiu palco no SESC Pompéia (SP) com o cantor Miltinho, mestre do samba sincopado. Em 1992 mudou-se para o Rio de Janeiro. Lá, fez shows em homenagem ao compositor Luís Antonio em 1996 e diversas apresentações do seu trabalho solo em 1997 no People, Mistura Fina e Hipódromo Up. Passou 1998 e 1999 nos palcos interpretando o flautista e compositor Joaquim Antônio Callado no musical "O Abre Alas" a história de Chiquinha Gonzaga, sucesso em todo Brasil.

Retorno
Para comemorar os 15 anos do ZERO, o grupo fez em 1999 algumas apresentações no Rio (junto com os brasilienses do Finis Africae) e em São Paulo. Para esse show Guilherme reuniu a formação clássica com Eduardo, Ricky e Freddy. Desde então a banda segue em frente.

Com toda a movimentação e receptividade do público, o ZERO entra em estúdio no segundo semestre de 2000 para gravar o CD Electro Acústico, que revisa o trabalho da banda acrescido de quatro músicas inéditas e foi lançado em maio de 2001. Esssa gravação contou com os membros da formação clássica, além dos novatos Sérgio Naciffe (bateria) e JP Mendonça (produção e teclados). Tem também participação especial do Philipe Seabra (Plebe Rude) - guitarra na faixa "Heróis" - e Bruno Gouveia (Biquini Cavadão) que fez backing vocal na mesma canção. O CD independente vende as 10.000 cópias prensadas no boca-a-boca e esse sucesso compele a EMI a relançar os dois primeiros LPs compilados e remasterizados no belo Obra Completa de 2003.

Em 2004, por iniciativa de Fábio Golfetti, guitarrista da formação original e de Renato Donisete, presidente do fã-clube do ZERØ, a gravadora Voiceprint lança a coletânea histórica "Dias Melhores" reunindo as primeiras gravações em estúdio, participações especiais e o primeiro compacto.

Nova Formação
As novas formações já contaram com Jorge Pescara e Eliza Xini no baixo; Yan França, Fabrício Matos e Pedro Abdala na guitarra; Sérgio Naciffe, Kim Pereira, Vitor Vidaut e Fabiano Matos na bateria. A atual sempre liderada por Guilherme Isnard está na turnê de lançamento deQuinto Elemento, o novo CD , o primeiro só de inéditas em 17 anos, lançado em 2007.

Discografia
Passos no Escuro (1985)
Carne Humana (1987)
Electro Acústico (2000)
Quinto Elemento (2007)

Coletânias
Obra Completa (2003)
Dias Melhores (2004)

Fonte: Wikipédia






Essa é uma das canções compostas com meu parceiro Sérgio Serra na época em que éramos vizinhos no Rio de Janeiro. Serginho tinha finalizado uma relação e me mostrou essa bela melodia queixando-se que a "ex" o acusava de ser louco, daí eu respondi que ele era louco que nem ela e então nasceu "Louco Igual Você". 

Quando fomos gravá-la em estúdio pela primeira vez o produtor ouviu pacientemente e exclamou: Cazzo, vem aqui dois rockers da pesada e me sai essa bossa-nova mela-cueca??? O mundo está perdido!". 
Hehehehe!

Guilherme Isnard canta Agora Eu Sei no Circo Voador/RJ, com a participação de Yan França na guitarra.









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